EM TODO O PAÍS & MUNDO LUSÓFONO: LANÇAMENTOS NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI

Desde 2008, "a única revista portuguesa de qualidade que, sem se envergonhar nem pedir desculpa, continua a reflectir sobre o pensamento português".

A Águia foi uma das mais importantes revistas do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva.

A NOVA ÁGUIA pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu “espírito”, adaptado ao século XXI, conforme se pode ler no nosso
Manifesto.

Tal como n’ A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas:

- 1º número (1º semestre de 2008): A ideia de Pátria: sua actualidade.

- 2º número (2º semestre de 2008): António Vieira e o futuro da Lusofonia.

- 3º número (1º semestre de 2009): O legado de Agostinho da Silva, 15 anos após a sua morte.

- 4º número (2º semestre de 2009): Pascoaes, Portugal e a Europa: 20 anos após a queda do Muro de Berlim.

- 5º número (1º semestre de 2010): Os 100 anos d' A Águia e a situação cultural de hoje.

- 6º número (2º semestre de 2010): A República, 100 anos depois.

- 7º número (1º semestre de 2011): Fernando Pessoa: "Minha pátria é a língua portuguesa" (nos 15 anos da CPLP).

- 8º número (2º semestre de 2011): O Pensamento da Cultura de Língua Portuguesa: nos 30 anos da morte de Álvaro Ribeiro.

- 9º número (1º semestre de 2012): Nos 100 anos da Renascença Portuguesa: como será Portugal daqui a 100 anos?

- 10º número (2º semestre de 2012): Leonardo Coimbra, Dalila Pereira da Costa, Manuel Laranjeira e João de Deus: Razão e Espiritualidade.

- 11º número (1º semestre de 2013): "Da minha língua vê-se o mar": o Mar e a Lusofonia.

- 12º número (2º semestre de 2013): O pensamento de António Quadros - nos 20 anos do seu falecimento.

- 13º número (1º semestre de 2014): O balanço de Abril, 40 anos depois - nos 20 anos do falecimento de Agostinho da Silva.

- 14º número (2º semestre de 2014): 80 Anos da "Mensagem" – 8 Séculos da Língua Portuguesa.

- 15º número (1º semestre de 2015): Nos 100 Anos do “Orpheu” e da "Arte de Ser Português"

- 16º número (2º semestre de 2015): Quem tem medo da Filosofia Lusófona? Nos 100 anos do falecimento de Sampaio Bruno.

- 17º número (1º semestre de 2016): A importância das Diásporas para a Lusofonia.

- 18º número (2º semestre de 2016): Autores em destaque - Ariano Suassuna, Delfim Santos e Vergílio Ferreira.

- 19º número (1º semestre de 2017): O Balanço da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa ; Afonso de Albuquerque: 500 anos depois.

- 20º número (2º semestre de 2017): autores em destaque – Francisco Manuel de Melo, Guerra Junqueiro, José Rodrigues, Lima de Freitas e Raul Brandão.

Para o 20º número, os textos devem ser enviados até ao final de Junho.

Sede Editorial: Zéfiro - Edições e Actividades Culturais, Apartado 21 (2711-953 Sintra).
Sede Institucional: MIL - Movimento Internacional Lusófono, Palácio da Independência, Largo de São Domingos, nº 11 (1150-320 Lisboa).

Contactos: novaaguia@gmail.com ; 967044286.





Capa da NOVA ÁGUIA 18

Capa da NOVA ÁGUIA 18

EDITORIAL NOVA ÁGUIA 18

Tal como aconteceu em todos os restantes números, também na NOVA ÁGUIA 18 se evocam diversos autores marcantes da cultura lusófona. Neste número, começamos com uma série de textos sobre Ariano Suassuna – textos apresentados num Colóquio promovido pelo Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, em Abril de 2015 – e Vergílio Ferreira, assinalando o centenário do seu nascimento.
Depois, de forma mais breve mas não menos sentida, evocamos uma série de outros autores, a começar pelo nunca entre nós esquecido Agostinho da Silva – transcrevendo a Conferência que, sobre ele, Eduardo Lourenço proferiu num Colóquio realizado no primeiro semestre deste ano, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Em “Outros Voos”, outros temas são abordados – como, nomeadamente, “a cidadania europeia e a construção do futuro da Europa” (por Adriano Moreira), “a importância das diásporas para Angola” (por Carlos Mariano Manuel), “os caminhos da separação e os motivos da reaproximação entre Brasil e Portugal” (por José Maurício de Carvalho), a questão dos “estrangeirados” (por Miguel Real), ou, ainda, “a Renascença Portuguesa e a Seara Nova” (por Pinharanda Gomes).
Em “Extravoo”, publicamos uma série de textos inteiramente inéditos ou ainda muito pouco conhecidos: de Agostinho da Silva, de Raul Leal, de Vergílio Ferreira e de Delfim Santos. Do último, publicamos a sua “Autobiografia”, um texto só em parte até agora conhecido. Desta forma, associamo-nos ao Ciclo Evocativo que decorre neste ano de 2016, com o alto patrocínio do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira, cinquenta anos após o falecimento deste insigne filósofo lusófono.
Depois, em “Bibliáguio”, publicamos uma série de recensões sobre algumas obras marcantes para a cultura lusófona publicadas nos últimos meses - nomeadamente: a Paisagem Portuguesa de Carlos Queiroz, o Epistolário de António Quadros e António Telmo, a Última Entrevista à Imprensa de Agostinho da Silva, o terceiro tomo dos textos relativos à Teoria do Ser e da Verdade de José Marinho, e o Dicionário Crítico de Filosofia Portuguesa. Por fim, em “Memoriáguio”, registamos fotograficamente alguns eventos relevantes decorridos no primeiro semestre deste ano. Caso para dizer: o que os nossos “media culturais” esquecem ou desprezam (por ignorância, recalcamento ou má-fé), a NOVA ÁGUIA lembra…
No próximo número, a levantar voo no primeiro semestre de 2017, antecipamos desde já a publicação de uma série de textos resultantes de dois eventos promovidos pela NOVA ÁGUIA e pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono – falamos do Colóquio “Afonso de Albuquerque: Memória e Materialidade”, decorrido em Dezembro de 2015, que assinalou, da forma descomplexada que nos é (re)conhecida, os quinhentos anos do seu falecimento, e do IV Congresso da Cidadania Lusófona, realizado em Março deste ano, que teve como tema “O Balanço da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa – 20 anos após a sua criação”.

A Direcção da NOVA ÁGUIA

Post Scriptum – dedicamos este número a cinco personalidades falecidas neste ano, que, dos dois lados do Atlântico, promoveram a ligação entre Portugal e o Brasil, que tanto valorizamos, no âmbito da nossa defesa da convergência entre todos os países e regiões do amplo e plural espaço de língua portuguesa: Leonardo Prota (n. 1930), Aquiles Côrtes Guimarães (n. 1937), João Paulo Monteiro (n. 1938), Fernando Guedes (n. 1929) e José Rodrigues (n. 1936), este último também pelo contributo que deu à NOVA ÁGUIA (lembramos que foi ele o autor da capa do primeiro número).

NOVA ÁGUIA Nº 18: ÍNDICE

Editorial…5
ENTRE ARIANO SUASSUNA E VERGÍLIO FERREIRA
O TEATRO DE ARIANO SUASSUNA António Braz Teixeira…8
O ROMANCE D’A PEDRA DO REINO Constança Marcondes César…16
A TEORIA ESTÉTICA DE ARIANO SUASSUNA Manuel Cândido Pimentel…23
ARIANO SUASSUNA E O INTEGRALISMO Paulo Dias Oliveira…28
A COMPADECIDA DE SUASSUNA: DA TEOLOGIA À EXPRESSÃO POPULAR Pedro Sinde…35
ENTRE ARIANO SUASSUNA E AGOSTINHO DA SILVA: UMA CERTA VISÃO DO BRASIL Renato Epifânio…39
VERGÍLIO FERREIRA OU A IRREDUTÍVEL OBSTINAÇÃO DE PENSAR OS LIMITES DO PENSAR Vincenzo Russo…41
O ESPAÇO CONCÊNTRICO E LABIRÍNTICO EM ALEGRIA BREVE Susana Roque Bravo…44
OS ESPAÇOS DO SAGRADO E DA TRANSFIGURAÇÃO EM PARA SEMPRE, DE VERGÍLIO FERREIRA Paula Oleiro…49
A ARTE NO PENSAMENTO DE VERGÍLIO FERREIRA Nuno Sotto Mayor Ferrão…61
ANÁLISE DA CARTA AO FUTURO DE VERGÍLIO FERREIRA: EXISTENCIALISMO E HUMANISMO Maria Luísa de Castro Soares…67
LEMBRANDO COM GRATIDÃO VERGÍLIO FERREIRA Manuel Ferreira Patrício…72
ALGUNS DOS NOSSOS MELHORES FILÓSOFOS SÃO POETAS? (RE)PENSAR VERGÍLIO FERREIRA Luísa Borges…75
COMO DIRIGIR UMA «CARTA AO FUTURO», SE O FUTURO NÃO EXISTE? Carlos H. do C. Silva…80
NUMA EXISTÊNCIA QUE SE LHE APRESENTA… António Braz Teixeira…87
OUTRAS EVO(O)CAÇÕES
AGOSTINHO DA SILVA Eduardo Lourenço…90
ALMADA NEGREIROS La Salette Loureiro…94
AMADEO DE SOUZA-CARDOSO Luís de Barreiros Tavares…104
ANTÓNIO SÉRGIO Vincenzo Russo…114
CAMILO CASTELO BRANCO João Bigotte Chorão…120
CERVANTES Luís G. Soto…123
DAVID MOURÃO-FERREIRA Brunello Natale De Cusatis…125
GIL VICENTE E WILLIAM SHAKESPEARE Delmar Domingos de Carvalho…130
JOÃO PAULO MONTEIRO Luís Lóia…132
PAULO FREIRE Elter Manuel Carlos…134
TEIXEIRA DE PASCOAES António José Queiroz…139
UNAMUNO Mafalda Blanc…145
OUTROS VOOS
CIDADANIA EUROPEIA E A CONSTRUÇÃO DO FUTURO DA EUROPA Adriano Moreira…152
A EDUCAÇÃO NA 1ª REPÚBLICA Artur Manso…157
A IMPORTÂNCIA DAS DIÁSPORAS PARA ANGOLA Carlos Mariano Manuel…169
PARA UMA ESPIRITUALIDADE LUSITANA Joaquim Pinto…175
A ÚLTIMA VÍTIMA DA PENA DE MORTE José Lança-Coelho…193
BRASIL E PORTUGAL, OS CAMINHOS DA SEPARAÇÃO E OS MOTIVOS DA REAPROXIMAÇÃO José Maurício de Carvalho…195
A FILOSOFIA E A SUA PLURALIDADE II: AS CORRENTES FILOSÓFICAS Maria Leonor L.O. Xavier…207
A TEORIA DOS ESTRANGEIRADOS Miguel Real…210
UM PROGRAMA DE TRANSPOLITIZAÇÃO Pedro Vistas…215
A RENASCENÇA PORTUGUESA E A SEARA NOVA Pinharanda Gomes…224
A ÁRVORE DA VIDA Rodrigo Sobral Cunha…234
AUTOBIOGRAFIA I Samuel Dimas…238
EXTRAVOO
Inéditos de Agostinho da Silva, Delfim Santos, Raul Leal e Vergílio Ferreira…242
BIBLIÁGUIO
PAISAGEM PORTUGUESA Joaquim Domingues…262
EPISTOLÁRIO DE ANTÓNIO QUADROS E ANTÓNIO TELMO José Almeida…266
A ÚLTIMA ENTREVISTA DE AGOSTINHO & DUAS OBRAS MARCANTES PARA A FILOSOFIA LUSÓFONA Renato Epifânio…267
Q: POEMAS DE UMA QUIMERA & ÉTICA EPISTEMOLOGICA Mendo Castro Henriques…268
A IMAGEM DE PORTUGAL NA GALIZA Maria Dovigo…270
QUERO DIZER-TE, AMOR António José Borges…272
POEMÁGUIO
Joaquim Carvalho ESPANTOSO REFLEXO…6
Jesus Carlos ARIANO SUASSUNA…6
Maria Luísa Francisco A VERGÍLIO FERREIRA…7
António José Borges POEMA REVOLVIDO PARA TI E PARA ELE; O POETA E LEONARDO…88
Jaime Otelo SONETO NUM PERFUME; SONETO NUM ANEL…89
Manoel Tavares Rodrigues-Leal EROS FRENÉTICO; PASSAGEM DE CECÍLIA MEIRELES; AS ONDAS…150
Delmar Maia Gonçalves NO PRECISO INSTANTE…151
Joaquim Pinto EU, EM DEUS… DEUS, EM MIM…151
Paulo Ferreira da Cunha DAS FELICIDADES; MONÓLOGO AO PÔR-DO-SOL; EMBALADOS…260-261
Samuel Dimas SONHO REALIZADO; MORRER; VIVER…274-275
MEMORIÁGUIO…276
MAPIÁGUIO…277
ASSINATURAS…277
COLECÇÃO NOVA ÁGUIA…280


Apresentação da NOVA ÁGUIA 18

Apresentação da NOVA ÁGUIA 18
21 de Outubro: Biblioteca Nacional de Portugal (para ver, clicar sobre a imagem)

Para agendar um lançamento: novaaguia@gmail.com; 967044286.

MAPIÁGUIO (mapa de locais de lançamentos da NOVA ÁGUIA): Albufeira, Alcochete, Alcoutim, Alhos Vedros, Aljezur, Aljustrel, Allariz (Galiza), Almada, Almodôvar, Amadora, Amarante, Arraiolos, Assomada (Cabo Verde), Aveiro, Azeitão, Baía (Brasil), Bairro Português de Malaca (Malásia), Barcelos, Batalha, Beja, Belo Horizonte (Brasil), Bissau (Guiné), Braga, Bragança, Brasília (Brasil), Cacém, Caldas da Rainha, Caneças, Campinas (Brasil), Carnide, Cascais, Castro Marim, Castro Verde, Chaves, Cidade Velha (Cabo Verde), Coimbra, Coruche, Díli (Timor), Elvas, Ericeira, Espinho, Estremoz, Évora, Faial, Faro, Felgueiras, Figueira da Foz, Freixo de Espada à Cinta, Fortaleza (Brasil), João Pessoa (Brasil), Lagoa, Lagos, Leiria, Lisboa, Loulé, Loures, Luanda (Angola), Mangualde, Marco de Canavezes, Mem Martins, Messines, Mindelo (Cabo Verde), Mira, Montargil, Montijo, Nazaré, Nova Iorque (EUA), Odivelas, Oeiras, Olhão, Ourense (Galiza), Ovar, Pangim (Goa), Pisa (Itália), Ponte de Sor, Pontevedra (Galiza), Portalegre, Portimão, Porto, Praia (Cabo Verde), Queluz, Recife (Brasil), Redondo, Régua, Rio de Janeiro (Brasil), Rio Maior, Sabugal, Sacavém, Santiago de Compostela (Galiza), São Brás de Alportel, São João da Madeira, São João d’El Rei (Brasil), São Paulo (Brasil), Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sintra, Tavira, Tomar, Torres Novas, Torres Vedras, Trofa, Turim (Itália), Viana do Castelo, Vila do Bispo, Vila Meã, Vila Nova de Cerveira, Vila Nova de São Bento, Vila Real, Vila Real de Santo António e Vila Viçosa.

Nota: Muitos destes lançamentos, não só no país como por todo o espaço lusófono, só têm sido possíveis pelo apoio que a este projecto tem sido dado, desde a primeira hora, pelo MIL: Movimento Internacional Lusófono. O nosso público reconhecimento por isso. Desta forma, a NOVA ÁGUIA tem tido uma projecção não apenas estritamente nacional mas lusófona.

PARA ASSINAR A NOVA ÁGUIA: www.zefiro.pt/assinaturas






O "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural

O "3º momento alto" da nossa tradição filosófico-cultural
Ângelo Alves, "A Corrente Idealistico-gnóstica do pensamento português contemporâneo"

Manuel Ferreira Patrício, sobre o MIL e a NOVA ÁGUIA

Manuel Ferreira Patrício, sobre o MIL e a NOVA ÁGUIA
Existe e actuam entre nós, neste momento, três instrumentos estratégicos que de formas diferentes mas convergentes trabalham em prol da realização espiritual futuro do mundo lusófono: o MIL – Movimento Internacional Lusófono, a NOVA ÁGUIA – Revista de Cultura para o Século XXI e a CPLP – Comunidades dos Países de Língua Portuguesa. Consideramos ser Portugal, neste momento, um projecto de esperança lusófona, tendo alojado na raiz a ideia de Fernando Pessoa de que Minha Pátria é a Língua Portuguesa. O espaço lusófono é aquele que pretendemos a sinta, pense e queira nesta Língua [“Nótulas sobre a recepção de Ortega y Gasset em Portugal e no espaço luso-brasileiro”, in Margarida Amoedo (coord.) A Vida como Projecto. na senda de Ortega e Gasset, Universidade de Évora Edições, 2014, pp. 7-16].

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

COLECÇÃO NOVA ÁGUIA: JÁ COM MAIS DE 50 TÍTULOS


Para ver:

Para ler on-line...

Para ler:

SOBRE AFONSO DE ALBUQUERQUE, na NOVA ÁGUIA 19...


PORQUÊ RECORDAR AFONSO DE ALBUQUERQUE? | Renato Epifânio

AFONSO DE ALBUQUERQUE, PROFETA ARMADO, E A SOMBRA DE MAQUIAVEL | Mendo Castro Henriques

AFONSO DE ALBUQUERQUE, DA REALIDADE À FICÇÃO: A MATÉRIA DE QUE SÃO FEITOS OS MITOS | Deana Barroqueiro

A ARQUITECTURA MILITAR PORTUGUESA DE VANGUARDA NO GOLFO PÉRSICO | João Campos

ASPECTOS MILITARES DA PRESENÇA PORTUGUESA NO ÍNDICO NO SÉCULO XVI | Luís Paulo Correia Sodré de Albuquerque

BRÁS DE ALBUQUERQUE E OS COMMENTARIOS DE AFONSO DALBOQUERQUE (LISBOA, 1557) | Rui Manuel Loureiro

AFONSO DE ALBUQUERQUE: CORTE, CRUZADA E IMPÉRIO | José Almeida

10 de Março | NOVA ÁGUIA 18 em Coimbra


10.03.17 – 18h00: Casa da Escrita (Coimbra)

De 28 de Janeiro a 25 de Novembro, no Porto: 150 anos de Raul Brandão e António Nobre...




Novo Curso do IFLB (2016-2017)


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

"Há uma solução geopolítica para Portugal, sem vergonhas e sem preconceitos"

"O Diabo", 13.11.12


Edição revista e aumentada - para encomendar:
info@movimentolusofono.org
 

Repertório da bibliografia filosófica portuguesa

"Deus e o Mundo", de Samuel Dimas, mais uma obra promovida pelo MIL...


- Deus e o Mundo: filosofias da criação e da consumação, Lisboa, Edição MIL, 2016, 270 pp.

Para encomendar: info@movimentolusofono.org

ISBN: 978-989-20-7063-6


Outras obras promovidas pelo MIL:

De novo sobre Agostinho: mais recente título da Colecção NOVA ÁGUIA...


2017 | ENTRE PORTUGAL E MACAU: CONGRESSO INTERNACIONAL FILOSOFIA E LITERATURA


28-30 de Março de 2017 (Macau)
Dia 28 de Março: Instituto Politécnico de Macau 
Dia 29 de Março: Universidade de Macau 
Dia 30 de Março: Universidade de S. José 

09-11 de Maio de 2017 (Portugal)
Dias 9 e 10 de Maio: Faculdade de Letras da Universidade do Porto 
Dia 11 de Maio: Palácio da Independência - Lisboa (sede do Instituto Internacional de Macau) 


Após validação da Comissão Organizadora, publicitaremos o Programa Geral do Congresso no início de 2017.


Para mais informações:

MILhafre: o grande fórum da Lusofonia



Já com mais de 372 MIL visitas:
www.mil-hafre.blogspot.com

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Prémio Vida e Obra "Tabula Rasa" 2017: Pinharanda Gomes



Ao longo de meio século, Jesué Pinharanda Gomes produziu uma obra ímpar, pela sua extensão e qualidade, no domínio da historiografia do pensamento português, como é reconhecido por todos aqueles que se dedicam ao estudo da nossa reflexão filosófica multissecular.
Desde a Introdução à História da Filosofia Portuguesa (1967), dos sete volumes da série Pensamento Português (1969-1993), de A teodiceia portuguesa contemporânea (1974), A filosofia tomista em Portugal (1978) ou dos três volumes da pioneira História da filosofia portuguesa (1981, 1983 e 1991) – em que, pela primeira vez, a contribuição hebraica e árabe para a constituição de uma tradição especulativa autónoma foram consideradas global e sistematicamente –, até ao volume sobre Os Conimbricenses (1992 e 2005), aos estudos dedicados à Escola Portuense (2005) ou à sua valiosa colaboração em diversos volumes da História do Pensamento Filosófico Português (1999-2004), dirigida pelo Professor Doutor Pedro Calafate, a obra historiográfica de Pinharanda Gomes tem-se caracterizado pela seriedade intelectual, pelo rigor hermenêutico, pela lúcida compreensão reflexiva de obras, autores e correntes, pela clareza expositiva e qualidade literária, que fazem dela um marco essencial nos estudos contemporâneos da nossa história filosófica.
Ao mesmo tempo, não deixou Pinharanda Gomes de realizar significativa obra especulativa própria, em livros e ensaios como Exercício da morte (1964), Peregrinação do Absoluto (1965), Teoria do pão e da palavra (1973), Pensamento e movimento (1974) ou Saudade ou do mesmo e do outro (1976).
Por outro lado, são ainda merecedoras de referência a sua continuada contribuição para o estudo da história e da etnografia da sua região natal e os importantes trabalhos que produziu no domínio da história da reflexão teológica portuguesa e da história eclesiástica do nosso país.
Co-organização MIL/ NOVA ÁGUIA - para mais informações:
http://www.tabularasa.pt/

25 Fevereiro, em Ponte de Sor...


Inclui apresentação da NOVA ÁGUIA 18

Agenda MIL para 2017


Em 2017, começamos por assinalar os 111 anos do nascimento de Agostinho da Silva, a figura que mais inspirou a criação do MIL: Movimento Internacional Lusófono e da Revista NOVA ÁGUIA: no dia 11 de Fevereiro, a norte (no Porto), e, no Sábado seguinte, a sul, em Olhão. Em Março, estaremos em Macau, para participar no Congresso “Lusofonia, utopia criadora?” (que se estenderá depois a Portugal, em Maio), e iremos igualmente evocar esse mestre maior da Lusofonia.
Em Abril, no dia 18, estaremos na Sociedade de Geografia de Lisboa, para entregar o Prémio MIL Personalidade Lusófona (referente a 2016) ao cidadão angolano e lusófono Ruy Mingas, mais uma ilustre personalidade a quem atribuímos este Prémio – recordemos as anteriores: Lauro Moreira (2009), Ximenes Belo (2010), Adriano Moreira (2011), Domingos Simões Pereira (2012), Ângelo Cristóvão (2013), Gilvan Müller de Oliveira (2014) e Duarte de Bragança (2015).
Na ocasião, iremos igualmente publicitar o Programa do V Congresso da Cidadania Lusófona e apresentar o nº 19 da NOVA ÁGUIA, que publica os textos apresentados no anterior Congresso da Cidadania Lusófona, que teve por tema “O Balanço da CPLP: Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, 20 anos após a sua criação”. Esse número será depois apresentado no Ateneu Comercial do Porto no dia 29 do mesmo mês, no âmbito do Ciclo Evocativo de António Nobre e Raul Brandão, nos 150 anos do seu nascimento, também organizado pelo MIL e pela NOVA ÁGUIA – bem como, depois, em várias dezenas de outros lugares do país.
O V Congresso da Cidadania Lusófona irá decorrer em Novembro, nos dias 13 e 14, no Palácio Valenças (em Sintra) e no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade de Lisboa, em parceria com o Centro de Estudos Africanos dessa Universidade e, como sempre, com o patrocínio da PASC: Casa da Cidadania. Uma vez mais, iremos agregar Associações da Sociedade Civil de todos os países e regiões do espaço lusófono, em torno do tema “Liberdades & Circulação”, assim procurando promover uma reflexão conjunta sobre algumas liberdades que deveriam existir no espaço lusófono: desde logo, a liberdade de circulação e de residência, entre outras.
Nos dias seguintes, de 15 a 18, estaremos em Fátima, para o 2º Festival Literário TABULA RASA, uma vez mais coordenado pelo MIL e pela NOVA ÁGUIA: na primeira edição, o tema foi “A Literatura e a Filosofia”; desta vez, o tema será “A Literatura e o Sagrado”. Tal como na primeira edição, este Festival terá uma forte dimensão lusófona, com representantes de todos os países e regiões de língua portuguesa, como se confirmará a 24 de Fevereiro, dia em que apresentaremos o Programa do Festival. Anunciado já foi, entretanto, o Prémio TABULA RASA “Vida e Obra”. Depois de Eduardo Lourenço, iremos premiar este ano Pinharanda Gomes, decerto uma das pessoas que mais e melhor contribuíram, nas últimas décadas, para a nossa comum cultura lusófona.

Edição vídeo: Lançamento da "Nova Águia 18" | Biblioteca Nacional - 21/10/2016 | Sessão na íntegra




Lançamento da "Nova Águia 18"

Apresentação: Renato Epifânio

Breve testemunho:

António Braz Teixeira

Constança Marcondes César

Pinharanda Gomes

Biblioteca Nacional de Portugal

Lisboa - 21/10/2016.




21 Autores para a Filosofia Portuguesa do Século XXI



“21 Autores para a Filosofia Portuguesa do Século XXI”, in Letras ComVida: Literatura, Cultura e Arte, nº 4, 2º Semestre de 2011, pp. 18-66. 

Com prefácio de Adriano Moreira: A Via Lusófona II...


domingo, 19 de fevereiro de 2017

"A literatura russa vista por autores portugueses"

 
Testemunhos de: Agostinho da Silva, Agustina Bessa-Luís, Augusto Abelaira, Eduardo Lourenço, João Gaspar Simões, José-Augusto França, José Gomes Ferreira, José Augusto Seabra, José Blanc de Portugal, Mário Cesariny de Vasconcelos, Natália Nunes, Nuno Bragança, Sophia de Mello Breyner, Urbano Tavares Rodrigues e Vergílio Ferreira.

Outras obras promovidas pelo MIL:

11 de Março, NOVA ÁGUIA 18 na Maia (Colóquio Vergílio Ferreira: uma Evocação)


MIL Cursos...

Para mais informações:

Plataforma de Associações Lusófonas


No rescaldo dos quatro Congressos da Cidadania Lusófona, que decorreram em 2013, 2014, 2015 e 2016, foi lançada a PALUS: Plataforma de Associações Lusófonas, visando agregar as Associações da Sociedade Civil (independentes nos planos governativo, partidário e religioso) de todo o Espaço da Lusofonia. Como já foi mil vezes reiterado, todos teremos a ganhar com a afirmação da Sociedade Civil. A nosso ver, essa afirmação será tanto mais forte quanto mais se realizar em rede, à escala de todo o Espaço da Lusofonia. Assim se afirmará, em última instância, a Sociedade Civil Lusófona, grande desígnio estratégico do Século XXI. 
Para mais informações:



Convite ao MIL para o Museu de Língua Portuguesa, em Portugal


Vídeos sobre a Lusofonia